A Paróquia Cristo Rei no bairro de Mangabeira I estará realizando uma grande reforma na Igreja matriz.
Por se tratar de uma grande obra de reforma e sabendo que os custos também serão elevados, mais uma vez será necessário a colaboração do povo de Deus, para arrecadar fundos pra esta obra.

Dentre as medidas para arrecadar recursos a Paróquia está realizando o sorteio de uma Moto , Haojue DK 150 CBS 2021 0km, para concorrer, é necessário comprar as rifas que já podem ser adquiridas ao preço de R$ 20,00 na Secretaria Paroquial( de terça-feira a sexta-feira), nos sábados e domingos na mesa do dízimo e através dos coordenadores das Pastorais e Líderes de movimentos.

O pároco, Pe. Geraldo Magela destaca o espaço que é tão especial e que respirapaz, história e fé. Convidar toda a comunidade onde espera contar com a solidariedade de todos em torno dessa campanha, contribuindo com a reforma da nossa Igreja Matriz de Cristo Rei.

O sorteio está programado para ser realizado no dia 26 de Dezembro através do canal do YouTube da Paróquia Cristo Rei.

Comunicação Cristo Rei

Hoje (02|12|2020) o Padre Magela, Pároco desta Igreja, completa 32 anos de Ordenação Presbiteral, que Deus derrame sobre ele muitas bênçãos, que o Espírito Santo o ilumine e continue inspirando-o em suas reflexões, que Nossa Senhora de Fátima o proteja e o cubra com seu manto protetor e que vós, Senhor Jesus Cristo Rei, dê a ele muita saúde para cuidar desta Paróquia que lhe tem muito carinho, admiração e lhe dá os PARABÉNS por mais um aniversário presbiteral.

Paróquia Cristo Rei

A Novena de Natal deste ano se realizará no contexto de pós-pandemia, no qual muitas famílias ainda estarão sentindo as consequências físicas, psicológicas, sociais e econômicas deste delicado período que estamos vivendo.

Preparar o Natal, reunidos em comunidade e em família, terá um valor especial. Todos estamos com saudades de estar junto, de celebrar, de olhar nos olhos, de tocar, abraçar, partilhar a vida, a Palavra de Deus e sentir o Senhor vivo no meio de nós. A Novena de Natal será um tempo privilegiado para matar essa saudade!

Por isso, a Novena deste ano foi elaborada pensando neste cenário, com o objetivo de fortalecer a fé, a esperança e o valor de ser comunidade. Queremos voltar a nos reunir em nossas casas, fazendo delas pequenas comunidades eclesiais missionárias, como nos motiva as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2019-2023).

“Os discípulos de Jesus Cristo reuniam-se comunitariamente em casas particulares, a exemplo do Cenáculo, onde eles se encontravam no dia de Pentecostes (At 2,1-3). Em uma casa, geralmente, reunia-se um pequeno grupo dos que procuravam escutar o chamado do Senhor e responder a ele pela vivência da comunhão e da missão” (DGAE 2019-2023, n. 75).

Cada livrinho da Novena traz um panfleto com a imagem da capa para ser afixado na porta da casa de cada família.

Esperamos que a Novena de Natal seja ocasião para fortalecer e reanimar na fé as nossas comunidades e famílias, a fim de que possam celebrar o Natal com alegria.

Valor da novena: R$ 2,00 (dois reis)

Comunicação Cristo Rei

No Angelus deste domingo, primeiro do tempo de Advento, o Papa Francisco recordou que “a liturgia de hoje convida-nos a viver o primeiro ‘tempo forte’ do ano litúrgico, o Advento, que nos prepara para o Natal, como um tempo de espera e de esperança:

“O nosso Deus é o Deus que vem: Ele não desilude a nossa espera! Ele veio num momento preciso da história e tornou-se homem para tomar sobre Si os nossos pecados; Ele virá no fim dos tempos como juiz universal; Ele vem todos os dias a visitar o Seu povo, a visitar todos os homens e mulheres que O acolhem na Palavra, nos Sacramentos, nos seus irmãos e irmãs”.

Ouça e compartilhe

Jesus, nos diz a Bíblia, está à porta e bate. Todos os dias. Ele  – continuou o Papa – está à porta dos nossos corações. Ele bate. “Você consegue ouvir o Senhor bater à porta? Quem veio hoje visitar você, que bate no seu coração com uma inquietação, com uma ideia, com uma inspiração? Ele veio a Belém, virá no fim do mundo. Mas todos os dias ele vem até nós. Estejam atentos, veja o que vocês sentem no coração quando o Senhor bate à porta”.

A coragem nasce da esperança

A vida”, disse o Pontífice, “é feita de altos e baixos, de luzes e sombras”.  Cada um de nós experimenta momentos de desilusão, de fracasso e desorientação:

“Além disso, a situação em que vivemos, marcada pela pandemia, gera em muitas pessoas preocupação, medo e desânimo; corremos o risco de cair no pessimismo, no fechamento e na apatia. Como devemos reagir a isto? O Salmista sugere-nos: “Nossa alma espera pelo Senhor, é ele o nosso auxílio e o nosso escudo. Nele se alegra o nosso coração” (Sl 32,20-21). A espera confiante do Senhor faz-nos encontrar conforto e coragem nos momentos sombrios da existência. E de onde nasce esta coragem e esta aposta confiante? Nasce da esperança”.

Deus estende sempre a sua mão

A esperança, disse enfim o Papa, marca este período do ano litúrgico de preparação para o Natal:

“O Advento é um apelo incessante à esperança: recorda-nos que Deus está presente na história para a conduzi-la ao seu fim último e à sua plenitude, que é o Senhor Jesus Cristo. Deus está presente na história da humanidade, Ele é o “Deus conosco”, Ele caminha ao nosso lado para nos apoiar. O Senhor nunca nos abandona; Ele nos acompanha nos nossos acontecimentos existenciais para nos ajudar a descobrir o significado do caminho, o significado da vida quotidiana, para infundir coragem nas provações e na dor. No meio das tempestades da vida, Deus estende sempre a sua mão para nós e liberta-nos das ameaças”.

Na conclusão o Papa invocou Maria Santíssima mulher da espera, para que “acompanhe os nossos passos neste novo ano litúrgico que estamos iniciando, e nos ajude a cumprir a tarefa dos discípulos de Jesus, indicada pelo apóstolo Pedro: dar razão à esperança que há em nós”.

 

Vatican News

“Senhor, fazei-nos sentir o desejo de rezar e a necessidade de amar.” Com esta invocação, o Papa Francisco concluiu sua homilia ao presidir à Santa Missa na Basílica de São Pedro neste I Domingo do Advento.

Concelebraram com o Pontífice os cardeais criados ontem no Consistório Ordinário Público. Ao comentar as leituras do dia, Francisco ressalta duas palavras: proximidade e vigilância.

Proximidade de Deus e vigilância nossa

O Advento, afirmou, é o tempo para nos lembrarmos da proximidade de Deus, que desceu até nós. O primeiro passo da fé, explicou, é dizer ao Senhor que precisamos Dele, da sua proximidade. E a primeira mensagem do Advento e do Ano Litúrgico é também reconhecer Deus próximo.

“Façamos nossa esta invocação caraterística do Advento: «Vem, Senhor Jesus!» (Ap 22, 20). Podemos dizê-la ao princípio de cada dia e repeti-la com frequência, antes das reuniões, do estudo, do trabalho e das decisões a tomar, nos momentos importantes e de provação: Vem, Senhor Jesus!”

Invocando assim a sua proximidade, treinaremos a nossa vigilância. Esta palavra, aliás, é repetida quatro vezes no Evangelho deste domingo. É importante permanecer vigilantes, porque na vida é um erro perder-se em mil coisas e não se dar conta de Deus. Arrastados pelos nossos interesses e distraídos por tantas vaidades, corremos o risco de perder o essencial. Vigiar é não se deixar dominar pelo desânimo, é viver na esperança.

A fé é o contrário da mediocridade

Para o Pontífice, dois sonos nos ameaçam: o sono da mediocridade e o da indiferença.

A mediocridade sobrevém quando esquecemos o primeiro amor e avançamos apenas por inércia, prestando atenção somente a viver tranquilos.

“E isto corrói a fé, porque a fé é o contrário da mediocridade: é desejo ardente de Deus, audácia contínua em converter-se, coragem de amar, é caminhar sempre para diante. A fé não é água que apaga, mas fogo que queima.”

A vigilância da oração é o que pode nos despertar do sono da mediocridade. A oração oxigena a vida: tal como não se pode viver sem respirar, assim também não se pode ser cristão sem rezar.

Não se pode ser cristão sem caridade

Já quem dorme o sono da indiferença vê tudo igual, não se interessa por quem está perto dele. “Quando orbitamos apenas em torno de nós mesmos e das nossas necessidades, indiferentes às dos outros, a noite desce sobre o coração”, disse o Papa.

Trata-se de um sono que atualmente acomete a muitos e só poderemos despertar com a vigilância da caridade.

“A caridade é o coração pulsante do cristão: tal como não se pode viver sem pulsação, assim também não se pode ser cristão sem caridade.”

Ajudar os outros não é ser perdedor; pelo contrário, é ser vitorioso, pois é com as obras de misericórdia que nos aproximamos do Senhor.

“Rezar e amar: aqui está a vigilância. Quando a Igreja adora a Deus e serve o próximo, não vive na noite. Ainda que esteja cansada e provada, caminha rumo ao Senhor.”

O convite final do Papa é para fazer a seguinte invocação: “Vinde, Senhor Jesus! Vós sois a luz: despertai-nos do sono da mediocridade; despertai-nos das trevas da indiferença. Vinde, Senhor Jesus! Tornai vigilantes os nossos corações distraídos: fazei-nos sentir o desejo de rezar e a necessidade de amar.”

Vatican news

A Arquidiocese da Paraíba emitiu novo decreto autorizando o retorno gradual das atividades religiosas com a presença dos fieis. Na decisão do Arcebispo, além das Missas, estão permitidas as realizações de batizados, casamentos, confissões, exéquias e unção dos enfermos, sempre respeitando as normas recomendadas pelas autoridades sanitárias e de saúde.

As igrejas, durante as celebrações, não poderão ultrapassar o limite de 30% da capacidade total. Além disso, todas deverão oferecer álcool em gel nas entradas, além de marcações nos bancos e no piso, alertando sobre o distanciamento entre as pessoas. Aos fieis, caberá a obrigatoriedade de uso de máscara, não promover aglomeração ou “aperto de mãos” em qualquer momento e respeitar o limite da capacidade estabelecida.

Caberá às paróquias determinarem a forma de organizar os fieis no acesso às celebrações. O novo decreto entra em vigor no próximo dia 20 de junho.

Confira na íntegra:

† Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap

Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Ide aos meus irmãos

Por mercê do Senhor Uno e Trino e da Santa Mãe Igreja

Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Aos que o presente Decreto virem,

Saudações de Paz e Bênçãos em Nosso Senhor Jesus Cristo!

Prot. Decreto Nº 004/20

Diretrizes pastorais da Arquidiocese da Paraíba para a retomada gradual das celebrações litúrgicas e demais atividades religiosas, com a presença de fiéis, no contexto da pandemia da COVID-19

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, Arcebispo Metropolitano da Paraíba, considerando o Decreto Nº 40.304 do Governo do Estado da Paraíba (12.06.2020) e as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020), ciente de que a Igreja também tem a grave responsabilidade de prevenir o contágio, salvo as determinações de cada Município, com o presente decreto normativo (cân. 31 do Código de Direito Canônico), dispõe, até que se determine diversamente, as seguintes diretrizes pastorais, a serem observadas no território da Arquidiocese da Paraíba:

I – A CELEBRAÇÃO DA EUCARISTIA

  1. A Celebração da Eucaristia nas sedes das Igrejas aconteça com ocupação máxima de 30% da capacidade, com aviso público da quantidade de fiéis, observando todas as normas de distanciamento social, de acordo com as disposições emanadas pelo governo do Estado e dos Municípios. Para as paróquias mais frequentadas, multipliquem-se onde for possível, os horários das Missas dando-se preferência às celebrações campais.

 

  1. Mantenham-se as transmissões paroquiais das celebrações pelas redes sociais para os fiéis impossibilitados de cumprir presencialmente o preceito dominical, aos quais recomendamos vivamente a leitura orante da Palavra de Deus e a prática da comunhão espiritual.

 

  1. Recomenda-se aos fiéis idosos (acima de sessenta anos), crianças (abaixo de doze anos) ou àqueles em situação de risco, para que continuem, temporariamente, acompanhando a Celebração da Eucaristia dominical pelas redes sociais da sua paróquia. Permanecendo, portanto, dispensados do preceito dominical os fiéis que não puderem sair de suas casas.

 

  1. Favoreça-se aos fiéis, o quanto possível, o acesso às Igrejas, recordando, para o bem comum e a saúde da comunidade, que não é permitido o ingresso nas Igrejas àqueles com sintomas gripais ou em presença de temperatura corpórea elevada.

 

  1. Nos horários previstos para as celebrações, as Igrejas estejam completamente higienizadas com as portas de entrada e saída abertas, facilitando o fluxo e evitando o contato por parte dos fiéis com puxadores ou maçanetas. Evitem-se, portanto, qualquer tipo de aglomeração de fiéis, sejam nas entradas que nas saídas. As pias de água benta estejam higienizadas e vazias.

 

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de secretaria e de acolhida, visivelmente sinalizadas, para que auxiliem os fiéis no cumprimento das normas de proteção. Para a segurança de todos, é devido nas Igrejas: o uso de máscaras, a higienização das mãos à entrada da Igreja com o álcool em gel, a ocupação do lugar sinalizado com a distância de no mínimo 1,5m entre os fiéis. Obs: A regra do distanciamento não se aplica a pessoas que convivem no mesmo ambiente.

 

  1. Os Párocos e Administradores Paroquiais orientem e organizem as equipes de liturgia para que higienizem, ao início de cada celebração, as mãos e os objetos litúrgicos necessários à celebração. Não sejam utilizados impressos de papel e os grupos de cântico litúrgico, respeitado o distanciamento, atuem com um número reduzido de pessoas.

 

  1. Para a distribuição da Sagrada Comunhão, os celebrantes e os ministros, após a higienização das mãos, endossem as máscaras e tenham o cuidado de oferecer a hóstia, em silêncio, sem ter o contato com as mãos dos fiéis. Entre os ritos preparatórios à Comunhão Eucarística, se omita “dar as mãos” durante a oração do Pai-Nosso e o sinal da paz.

 

  1. Na procissão para a Sagrada Comunhão, os fiéis devem respeitar o distanciamento previamente sinalizado no pavimento da Igreja e os ministros, utilizando máscaras, higienizem as mãos antes e depois da distribuição.

 

  1. A Sagrada Comunhão seja distribuída nas mãos. Com exceção do sacerdote que preside, eventuais concelebrantes comunguem no cálice por intinção.

 

  1. Fora da Missa os Ministros podem levar a Sagrada Comunhão aos fiéis em casa, desde que não sejam de grupo de risco, observadas as normas de proteção de saúde para os membros de cada residência.

 

  1. Durante as celebrações sejam colocados contenedores nas Igrejas, em lugares considerados adequados, para que os fiéis possam fazer as suas ofertas ao término da celebração.

 

  1. As Paróquias, em que tais exigências não puderem ser atendidas, continuem celebrando as Missas pelas redes sociais, providenciando os Párocos e Administradores Paroquiais, o quanto antes, de adaptarem as suas estruturas físicas e pessoais.

II OUTRAS CELEBRAÇÕES E ATIVIDADES PASTORAIS

  1. As regras acima relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às demais ações litúrgicas e aos outros atos de piedade.

 

  1. As celebrações batismais sejam realizadas de modo a não provocar aglomeração de pessoas. Se avalie, portanto, a oportunidade de que sejam individuais e que aconteçam em horários diversos das Celebrações Eucarísticas com o povo.

 

  1. O sacramento da reconciliação ou da penitência, sem comprometer o sigilo sacramental, aconteça em um espaço amplo que permita o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscaras.

 

  1. Além das medidas gerais de proteção, o sacramento da unção dos enfermos seja administrado sem contato físico administrando-se o óleo dos enfermos com algodão, que será depois incinerado.

 

  1. As celebrações dos matrimônios e das ordenações estão sujeitas às mesmas restrições e condicionamentos da Missa.

 

  1. As celebrações do sacramento do Crisma, neste período, estão suspensas. Fica a critério do Arcebispo avaliar a necessidade e a conveniência de cada caso.

 

  1. As celebrações das exéquias sejam realizadas sem a superação da quantidade máxima exigida dos 30% proporcionada ao ambiente que se trate.

 

  1. Os ministros ordenados com idade avançada ou em situações de risco avaliem, consideradas as próprias condições de saúde, a possibilidade de retomarem as celebrações nas paróquias, observadas todas as medidas de proteção e o distanciamento.

 

  1. Evite-se as reuniões pastorais durante este período. Quando necessárias, sejam realizadas pelos meios de comunicação social.

 

  1. Ficam suspensas, até que se determine o contrário, as peregrinações, procissões, retiros, romarias e todas as atividades com aglomeração de fiéis.

 

  1. As regras relativas à higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam-se, de igual modo, às “Novas Comunidades” que ordinariamente promovem celebrações.

 

  1. Para os casos omissos, se proceda conforme as “Orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia da COVID-19” (21.05.2020) e para eventuais dúvidas, se consulte o Vigário Geral.

 

  1. Considerando as deliberações das autoridades competentes, sendo necessário, outras medidas poderão ser adotadas em vista da superação da pandemia da COVID-19.

 

  1. Este decreto, vigente na data da sua assinatura, adquire a sua eficácia a partir do sábado, dia 20 de junho de 2020.

Rogando a intercessão da Virgem Maria, sob o título de Nossa Senhora das Neves, suplicamos à Deus bênçãos de saúde e paz para o nosso povo!

Dado e passado nesta Cúria Metropolitana aos dezesseis dias do mês de junho do ano de dois mil e vinte.

 

Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap

Arcebispo Metropolitano da Paraíba

PDF: Decreto Arquidiocesano para volta gradual das celebrações

Instalada oficialmente há 26 anos em Mangabeira, na cidade de João Pessoa, a Paróquia Cristo Rei celebrará a data neste domingo, 07, e o seu pároco, Padre Magela, avisa que o aniversário deste ano será celebrado virtualmente, às 10h, com missa transmitida pelo YouTube e Instagram , já que os templos continuam fechados ao público devido à pandemia. “É um marco significativo que precisa ser lembrado. Afinal, a nossa paróquia é a Casa da Palavra, onde na liturgia Deus se revela através dos textos bíblicos; é a Casa do Pão, onde os fiéis também se alimentam da Eucaristia; e também é a Casa da Caridade, onde, alimentados pela Palavra e pela Eucaristia, somos impelidos à prática da ajuda aos mais necessitados”, destaca Pe. Magela, que responde pela igreja desde Janeiro do ano passado. Justificativa episcopal, a paróquia surgiu “considerando o crescimento da população do bairro de Mangabeira e a extensão da cidade, mas principalmente visando o bem espiritual dos fiéis”.

#Comunicação_Cristo_Rei

Este ano, a celebração do Dia de Pentecostes coincidirá com o dia da Coroação de Nossa Senhora, que será no próximo domingo, dia 31. Por isso, a transmissão da celebração da Santa Missa da Paróquia Cristo Rei nesta data, por meio de suas redes sociais, será realizada somente às 18h e não às 10h como vem ocorrendo desde o início do isolamento social.

Pentecostes – Considerada uma das solenidades mais importantes para a Igreja Católica, a festa de Pentecostes marca a unção do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus e a Virgem Maria. A ocasião é recordada anualmente sempre 50 dias após o Domingo de Páscoa e algumas catequeses também a nomeiam como “aniversário da Igreja Católica”.

Assim, 50 dias após o Domingo de Páscoa, os discípulos e seguidores de Jesus estavam com a Santíssima Virgem, reunidos para celebrar a festa da colheita, quando o Espírito Santo desceu na Terra e os ungiu com o poder dos seus dons. A partir daí aqueles que foram abençoados começaram a falar em voz alta e pregar os ensinamentos de Cristo com as línguas que eram faladas ao redor do mundo inteiro. (Fonte Catequistas Brasil)

Coroação de Nossa Senhora – A tradição de coroar Maria chegou no Brasil com os colonizadores portugueses. São Felipe Néri fez com que o mês de maio se tornasse de maneira especial o mês dedicado a Maria. No final do referido mês, São Felipe Néri sempre oferecia uma coroa de flores à Nossa Senhora.

Em 1884, a princesa Isabel em sua segunda visita à Basílica Velha fez um gesto carinhoso: ofereceu para a Mãe Aparecida uma coroa. Esta coroa foi colocada na imagem de Nossa Senhora em uma cerimônia solene do decreto do Papa Pio X, onde Maria foi coroada como Rainha.

No próximo dia 30 de maio, os católicos têm um encontro marcado com o Papa Francisco.

No encerramento do mês mariano, como é tradição, o Papa rezará o terço nos Jardins Vaticanos às 17h30 locais (12h30 em Brasília). Mas, desta vez, o evento será transmitido em streaming, com comentários em português, diretamente da Gruta de Lourdes. A duração prevista é de uma hora.

Os fiéis rezarão para pedir o auxílio e o consolo de Nossa Senhora para enfrentar a pandemia do coronavírus, inspirados pelo trecho dos Atos dos Apóstolos 1,14 “Todos se uniram constantemente em oração, juntamente com Maria”.

As dezenas serão rezadas por homens e mulheres representando as várias realidades tocadas pelo vírus: um médico, uma enfermeira, um paciente curado, uma pessoa que perdeu um familiar, um sacerdote, um capelão hospitalar, um farmacêutico, uma freira enfermeira, um representante da Defesa Civil, uma família cujo filho nasceu em meio à pandemia.

Adesão dos santuários

A iniciativa é do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização. O presidente, Dom Rino Fisichella, escreve:

“Aos pés de Maria, o Papa Francisco depositará as aflições e as dores da humanidade, ulteriormente agravadas pela difusão da Covid-19.”

Para o Arcebispo, trata-se de mais um “sinal de proximidade e de consolação para aqueles que, de algum modo, foram atingidos pelo vírus, na certeza de que a Mãe Celeste não desatende os pedidos de proteção”.

Santuários dos cinco continentes já deram sua adesão: Lourdes, Pompeia, Fátima, Częstochowa. Na América Latina, Guadalupe e Luján, entre outros. O Santuário de Aparecida também confirmou sua participação.

O evento poderá se seguido através do nosso site e das redes sociais do Vatican News.

Vatican News

Celebrar as mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer.

Maio, mês que toca nosso coração e por vários motivos: é o mês em que celebramos o Dia das Mães, e entre todas elas, aquela que é a mãe de Deus e nossa Mãe, a Virgem Maria, a quem amamos e reverenciamos em todo o Brasil, com o titulo de Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira. Contudo, temos também como Nossa Senhora de Fátima que marca o mês de maio.

Celebrar as mães é celebrar a vida, é celebrar sua presença amorosa no lar, presença que acolhe, cuida, educa e ajuda a crescer. No Dia das Mães, queremos cumprimentar e agradecer a todas as mulheres deste imenso Brasil que assumem e vivem com dedicação e responsabilidade sua vocação materna, que se realiza de diversas maneiras, seja no cuidado dos próprios filhos, seja na acolhida e adoção de outros, seja na vida consagrada, que, ao renunciar a maternidade biológica, pelo Reino de Deus, não abdica da maternidade espiritual, mas a realiza ao entregar toda a vida ao serviço de tantas crianças.

Deus Pai, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, derrame suas bênçãos sobre todas as mães do nosso Brasil.

Maio é também o mês de Maria, e desde o início da evangelização do Brasil, Nossa Senhora teve e tem uma grande presença na formação e na vivência cristã do nosso povo. Pode-se dizer que a nossa cultura tem raiz cristã e mariana. Basta observar quantas dioceses, paróquias, cidades, vilas, bairros, serras, rios, colégios, empresas, pessoas trazem o nome da Mãe do Céu, sob os mais diferentes títulos com os quais é invocada no Brasil e no mundo, para perceber o quanto o nosso povo, venera e ama a Virgem Maria.

Que Nossa Senhora abençoe todos os lares do Brasil, para que sejam uma pequena igreja doméstica, onde se vive o amor, a fé, a união e a paz.

Dom Raymundo Damasceno Assis